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Arquivo diário: 30/07/2009

O sentimento, força existencial da natureza humana.

sentimentosPor Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

Entre os múltiplos aspectos que configuram a psicologia humana, o que diz respeito à sensibilidade é um dos mais importantes e que mais influem durante o curso da vida. O estudo a fundo desta questão merece uma discriminação de seu conjunto, e será necessário classificá-la em duas categorias. A primeira abarcará tudo o que diz respeito ao próprio sentir nas relações do ser consigo mesmo; a segunda, toda a extensão que transcende a órbita da primeira. Em ambos os casos a sensibilidade costuma se aguçar, seja por aquilo que afeta o ser de modo íntimo e pessoal, quer dizer, pelo que o afeta diretamente, seja pelo que afeta exclusivamente os demais. O mesmo se dá com os acontecimentos felizes, de grata repercussão para a vida. Uma circunstância, um acidente, uma desgraça, seja pela perda de seres queridos ocasionada por distanciamentos ou falecimentos, seja por perda de bens, etc., produz lógicos abalos sensíveis em quem é atingido por tais coisas, sendo sua própria consciência a que registra o fato que o comoveu. Mas, quando o que ocorre afeta a outro e igualmente se sente uma profunda comoção, o fato então assume um caráter diferente. Quem preserva seus sentimentos de qualquer perturbação estranha a sua sensibilidade preserva, também, sua paz interna e a felicidade. Quando se chega a sentir, quando se experimenta um sentir de tal natureza por outro ser, estabelece-se de fato um vínculo existencial, ou seja, conectam-se duas existências sensíveis: sendo assim, produz-se uma espécie de prolongamento da vida de um em outro, pois tudo o que acontece com aquele a quem se estende o sentir é como se acontecesse com o próprio que experimenta o efeito sensível, adquirindo este maior intensidade ao manifestar-se pela força de um afeto, e mais elevada condição quanto maior for a pureza e o desinteresse que o inspire. Daí que seja tido em grande apreço tudo que se refere ao sentimento. Também se podem estabelecer vinculações intelectuais, porém estas não passam de meras formas de convivência comum; não obstante, a vinculação intelectual pode criar a vinculação simpática, o que significa que se haveria dado, por influência da simpatia mútua, um passo mais em direção ao ser interno, com o que se pode condensar um sentimento de afeto cuja expressão sensível é o laço existencial que une e prolonga a vida de um em outro. O exposto dá a pauta para julgar a importância de que se reveste o sentimento no ser humano e, ao mesmo tempo, mostra que o sentimento é uma força existencial que deve ser considerada como parte da própria vida. Se tal força é afetada, a vida sofrerá em idêntica proporção a repercussão da alteração produzida. Portanto, quem preserva seus sentimentos de qualquer perturbação estranha a sua sensibilidade preserva, também, sua paz interna e a felicidade que a existência deles oferece a quem os cultiva com amor e conhecimento. A destruição de um sentimento implica a destruição de uma porção de vida, a qual teria sido animada pela força de um afeto que por si mesmo faz parte da própria vida. Trechos extraídos de artigo da Coletânea da Revista Logosofia Tomo 2 p.209

 
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Publicado por em 30/07/2009 em Logosofia

 

HORA DE RIR !!!

SE RIR MORRESE RIR MORRE !!!

Um americano, um brasileiro e um argentino sobreviveram a um naufrágio. Eles nadaram, nadaram, até que chegaram a uma ilha. -Ufa! Estamos salvos! – gritaram. Logo que chegaram, perceberam que a ilha era habitada por nativos pouco amigáveis. Foram então tentar conversar com eles: – Oi, somos sobreviventes de um naufrágio. Poderiam nos ajudar? – Não, vocês não podem ficar aqui (detalhe: os nativos eram poliglotas). – Mas, por favor deixem-nos ficar…. senão vamos morrer…. por favor!!! -Tudo bem, tudo bem, mas para ficar aqui, cada um dos três terá que nos trazer duas frutas!!! Então os 3 náufragos foram atrás das frutas. O primeiro a voltar foi o americano, com uma ameixa e uma uva. Então o nativo-mor falou: – Agora você coloca as duas frutas no cú. Se rir, morre! O americano colocou a ameixa (beleza…), colocou a uva e riu… Foi decapitado. Mais tarde veio o brasileiro, com um limão e um pêssego. O nativo-mor falou a mesma coisa: Se rir, morre! – O brasileiro, no sacrifício, colocou o limão e na hora do pêssego caiu na gargalhada. Teve o pescoço cortado. Mais tarde os dois se encontraram no céu e o brasileiro falou para o americano: – E aí, você riu também, né? – Pois é, a uva estourou quando eu tava colocando, fez cosquinha, eu não agüentei e ri. E você? – Ah, eu fiz um tremendo sacrifício para colocar o limão e quando tava colocando o pêssego, vi o argentino chegando com uma jaca e um abacaxi… NÃO AGUENTEI!!!

 
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Publicado por em 30/07/2009 em Hora de Rir !

 

Mundial de Natação !!!

cezarcielomundial-aquatico_200930/07/2009 – 13h39

Cielo bate Bernard, leva o ouro e quebra o recorde mundial dos 100m livre

Bruno Doro
Em Roma (Itália)

No domingo e na segunda-feira, César Cielo (foto) deu dicas do que poderia fazer nos 100m livres. Nesta quinta-feira, assustou o mundo na prova mais nobre da natação. O brasileiro, campeão olímpico dos 50m livre, é hoje o homem mais rápido também dos 100m. Nadando pela terceira vez seguida ao lado do francês Alain Bernard, que ficou com a prata, o paulista de 22 anos completou a prova em 46s91. A marca anterior era do australiano Eamon Sullivan, que, doente, não foi ao mundial. O homem mais rápido do planeta, no entanto, era Bernard e seus 46s94, da seletiva francesa, resultado que não foi homologado porque, na época, o Arena X-Glide ainda não tinha sido aprovado pela Fina (Federação Internacional de Natação). Foi justamente esse o traje que Cielo usou nesta quarta. Com ele, bateu Bernard, que fez 47s12, e Frederick Bousquet, seu companheiro de treinos, com 47s25 – o outro brasileiro, Nicolas Oliveira, foi oitavo (48s01). Bernard e o brasileiro, inclusive, foram os grandes responsáveis pelo desenvolvimento do X-Glide. Patrocinado pela marca italiana desde o ano passado, o brasileiro recebeu uma série de protótipos da peça, pediu ajustes, cortes, modificações. Chegou a dizer que nadaria com o antigo, o R- Evolution, similar ao Speedo LZR, mas se rendeu ao poliuretano. O recorde mundial era um desejo antigo de Cielo. Antes das Olimpíadas de Pequim, inclusive, ele chegou a afirmar que podia quebrar a marca. Não conseguiu, mas deixou as Olimpíadas de Pequim como o recordista olímpico e campeão dos 50m. “Falei que estava guardando para esta final. Eu só foquei na minha raia, não olhei para os lados e é assim que consigo os meus melhores resultados. É meu primeiro recorde mundial e estou muito feliz com isso”, comemorou o brasileiro, ainda sem fôlego. “Em dois anos, muita coisa aconteceu na minha vida. Dei um salto de um nadador que tentava alguma coisa para entrar para a história. Foram anos de muito trabalho, eu nunca trabalhei para nadar mais devagar do que ninguém. Eu sabia que podia fazer um tempo bom, espero que os brasileiros aprendam que o comprometimento leva a bons resultados”, comentou ele. Para o Mundial de Roma, ele repetiu sua preparação para a China. Mesmo sem poder nadar pela universidade, ele voltou para a cidade de Auburn, no Alabama. Isolado, fez toda a sua preparação nos EUA, ao lado de seu técnico, Brett Hawke. O australiano foi finalista olímpico, mas nunca foi ao pódio. Conseguiu levar o pupilo ao lugar mais alto do pódio olímpico e, agora, o ajudou a virar o mais rápido do mundo. 13º recorde O recorde de Cielo é o 13º recorde mundial da natação brasileira. Maria Lenk foi a primeira, em 1939, quando bateu o recorde dos 400m peito(6min15s80). Um mês depois, baixou o tempo dos 200m peito (2min56s90). Desde então, foram outras 11 marcas mundiais brasileiras, em piscina longa e curta. O segundo recordista brasileiro foi Manoel dos Santos, nos 100m livre (53s6), em 1961. O terceiro foi José Fiolo, mais uma vez no nado peito, agora nos 100 m, com 1min06s4 de 1968. Ricardo Prado foi o primeiro a não conseguir a marca no Brasil justamente no Mundial de Guaiquil, em que foi campeão mundial dos 400m medley. Em maio, Felipe França se tornou o 12º desse lista. No Troféu Maria Lenk, válido como seletiva para o Mundial, o nadador bateu o recorde dos 50m peito. A marca caiu duas vezes em Roma, nas semifinais e final. Felipe acabou com a prata na Itália. As outras seis marcas são em piscina curta (25 m). Em 1993, Gustavo Borges bateu o recorde mundial dos 100 m livre, com 47s94. Uma semana depois, ao lado de Fernando Scherer, então com 18 anos, João Carlos Júnior e Teófilo Ferreira, Borges liderou o time brasileiro do revezamento 4×100 m livre que virou o mais rápido do mundo, com 3min13s97. O revezamento do Brasil quebrou mais uma vez a marca em dezembro do mesmo ano (3min12s11) e outra, em 1998 (3min10s45). Os dois últimos recordes mundiais brasileiros são da nova geração. Kaio Márcio quebrou a marca dos 50m borboleta em 2005, com 22s60. Em 2007, depois de ser o grande destaque do Pan-Americano do Rio, Thiago Pereira bateu a marca dos 200 m medley, com 1min53s14. do UOL Esporte

 
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Publicado por em 30/07/2009 em CLIPPING, Esportes.

 
 
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