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Arquivo diário: 03/09/2009

Entre dois ladrões !

renan_sarneyO velho Padre, durante anos, tinha trabalhado fielmente com o povo africano, mas agora estava de volta ao Brasil, doente e moribundo, no Hospital Geral de Brasília, é notícia e manchete midiática da hora. Já nos últimos suspiros, ele faz um sinal à enfermeira, que se aproxima. – Sim, Padre? diz a enfermeira. – Eu queria ver dois proeminentes políticos antes de morrer, sussurrou o Padre. – Acalme-se, verei o que posso fazer, respondeu a enfermeira. De imediato, ela entra em contacto com o Congresso Nacional; e logo recebe a notícia: ambos gostariam muito de visitar o Padre moribundo. A caminho do Hospital, José Sarney diz a Renan Calheiros: – Eu não sei porque é que o velho padre nos quer ver, mas certamente que isso vai ajudar a melhorar a nossa imagem perante a Igreja e povo, o que é sempre bom. Renan Calheiros concordou. Era uma grande oportunidade para eles e até foi enviado um comunicado oficial à imprensa sobre a visita. Quando chegaram ao quarto, com toda a imprensa presente, o velho Padre pegou na mão de José Sarney, com a sua mão direita, e na mão de Renan Calheiros, com a sua esquerda. Houve um grande silêncio e notou-se um ar de pureza e serenidade no semblante do Padre. Renan Calheiros então disse: – Padre, porque é que fomos nós os escolhidos, entre tantas pessoas, para estar ao seu lado no seu fim? O velho Padre, lentamente, disse: -Sempre, em toda a minha vida, procurei ter como modelo o Nosso Senhor Jesus Cristo. -Amém, disse José Sarney. -Amém, disse Renan Calheiros. E o Padre continuou: -‘Então… como Ele morreu entre dois ladrões, eu queria fazer o mesmo….!!!

 
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Publicado por em 03/09/2009 em Protestando !!!

 

A força da palavra.

Força das PalavrasPor Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

Um dos elementos que mais freqüentemente utiliza o homem, tanto para fazer-se entender como para estabelecer uma relação harmônica com seus semelhantes, é a palavra, que é condutora do pensamento individual e contribui em muito para a formação do próprio conceito. A importância de que ela se reveste, ou melhor, que ela assume na vida, evidencia-se em múltiplas formas, e quanto mais respeitável é a posição do que fala, tanto mais confiança inspira sua palavra. Se não sofrer modificação alguma, se manterá como elemento de juízo para prestigiar o conceito de quem a pronuncia. Quando a palavra é pronunciada para manifestar uma convicção, definir uma atividade ou uma situação, ou expressar um sentimento, e leva em si o sadio propósito de oferecer aos demais a oportunidade de conhecer o pensamento que a anima, tende sempre a superar o conceito de quem a emite. Quem pensa bem se esforça em falar melhor. Outra coisa acontece com aquela que é pronunciada com a intenção de enganar ou que surge sem reflexão, num impulso fugaz, porquanto costuma afetar ou ferir os que a ouvem, ainda que nada tenham a ver com ela. O só fato de escutá-la lhes causa mal-estar, contribuindo,conseqüentemente, para que se elabore um juízo adverso a respeito de quem a expressou. Quem pensa bem se esforça em falar melhor. Será benéfico, então, aprender a sincronizar os movimentos da mente com a expressão oral, de modo que a palavra seja a condutora fiel do pensamento. Isso fará com que a palavra se revista de interesse, contrariamente ao que ocorre quando se fala sem pensar no que é dito, pois, nesse caso, a palavra costuma parecer vazia ou sem sentido. Se quiséssemos apresentar uma imagem que refletisse com mais vívido colorido o mecanismo da palavra, teríamos de imaginá-la como um vagão que, à medida que passa pelo conduto vocal, é preenchido com o pensamento que formará seu conteúdo. Em síntese, a palavra é um dos elementos com que o homem pode conquistar sua felicidade ou causar seu infortúnio, segundo sejam as manifestações de seu próprio espírito. Trechos extraídos de artigo da Coletânea da Revista Logosofia, Tomo III, pág. 221

 
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Publicado por em 03/09/2009 em Logosofia

 

HORA DE RIR !!!

tarzan-janeTarzan e Jane

Aconteceu na floresta… Devido à inocência de Tarzan, que viveu sozinho durante muito tempo, Jane lhe dava aulas sobre sexualidade.
Explicava-lhe tudo como se fosse uma criança: – Olha Tarzan, isso que tens aí entre as tuas pernas, pendurado, é uma roupa suja e isso que tenho aqui entre as minhas pernas é a máquina de lavar. O que tens que fazer é pegar a tua roupa, colocar aqui na lavadora e lavá-la. Nas 5 noites seguintes Tarzan lavou sua roupa sem parar e quando Jane conseguiu respirar disse: – Escuta Tarzan, as lavagens de roupa não podem ser tão frequentes porque a máquina de lavar pode quebrar, bem como, a sua roupa pode ficar gasta.. Sugiro que esperes dois ou três dias para de novo lavares tua roupa. Ao ouvir isso Tarzan ficou decepcionado e ficou 1 mês sem colocar a roupa pra lavar. já preocupada, Jane lhe disse: – Tarzan, o que está acontecendo? Porque já há mais de 1 mês não lavas mais tua roupa na minha lavadora? E Tarzan respondeu: – Tarzan aprendeu a lavar na mão!!!

 

 
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Publicado por em 03/09/2009 em Hora de Rir !

 
 
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