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Arquivo diário: 12/10/2009

A arte de ensinar e a arte de aprender (I)

ensinareeducar Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

Entre a arte de ensinar e a arte de aprender existe uma grande diferença, não obstante acharem-se ambas intimamente vinculadas. Em geral, quem começa a aprender o faz sem saber por quê; pensa que é por necessidade, por uma exigência de seu temperamento, por um desejo ou por muitas outras coisas, às quais costuma atribuir esse porquê. Mas quando já começa a vincular-se àquilo que aprende, vai despertando nele o interesse e, ao mesmo tempo, reanimam-se as fibras adormecidas da alma, que começa a buscar, chamando ao estudo, os estímulos que irão criar a capacidade de aprender. Porém, que é o que o ser aprende, e para que aprende? Eis aqui duas indagações às quais nem sempre se podem dar respostas satisfatórias. Aprende-se e continua-se aprendendo, adquirindo hoje um conhecimento e amanhã outro, de igual ou de diversa índole. Primeiro se aprende para satisfazer às necessidades da vida, tratando de alcançar, por meio do saber, uma posição, e solucionar ao mesmo tempo muitas das situações que a própria vida apresenta. Quando se completa a medida do estudo, parece como se na mente se produzisse uma desorientação: o universitário, ao conquistar seu título, aquele outro ao culminar sua especialização. Enfim, quando essa vida de estudos está terminada, começam as atividades nas diferentes profissões, o que paralisa a atividade anterior da mente dedicada ao estudo; muitos até chegam a esquecer aquela constante preocupação que antes tinham, de alcançar cada dia um conhecimento a mais, encontrando-se como os que, tendo finalizado o percurso de um caminho, não sentem a necessidade de dar um passo além, por não acharem o incentivo de um objetivo capaz de o propiciar. Eis aí uma das causas de onde provém tanta desorientação nos seres humanos. A arte de ensinar consiste em começar ensinando primeiro a si mesmo. De outra parte, os que, além dos estudos da profissão aprendem outras coisas, o fazem muitas vezes sem ter disso verdadeira consciência. Acumulam este, esse e aquele conhecimento, mas depois – salvo exceções – não sabem o que fazer com eles; não sabem usá-los em seu próprio bem, nem no bem dos demais. Assim é como vêm aprendendo ao acaso, em uma e outra parte, sem ter um guia que os leve para uma meta segura e lhes permita fazer de tudo uma aprendizagem útil para si mesmos e para seus semelhantes. Ao dar a conhecer seus ensinamentos, a Logosofia manifesta que existe uma imensidão desconhecida para o homem, na qual este deve penetrar. Dá a conhecer, além disso, que enquanto se interna nessa imensidão que é a Sabedoria, isto é, enquanto aprende, pode também ensinar, porque a arte de ensinar consiste em começar ensinando primeiro a si mesmo, ou, dito de outro modo, enquanto de uma parte o ser aprende, aplica de outra esse conhecimento a si mesmo e, ensinando a si mesmo, sabe depois como ensinar aos demais com eficiência.Trechos extraídos do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico p. 259 e 260

 
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Publicado por em 12/10/2009 em Logosofia

 

HORA DE RIR !!!

skolHINO DA SKOL

Ouviram num boteco um berro mágico. De um bêbado, um pedido refrescante. A Skol da liberdade em raios fúlgidos
Brilhou na mão do cara nesse instante. 

Se o Senhor, tiver vontade Vem beber com a gente, até ficar de porre. Copo Cheio, e liberdade. Aprecie este mel até a morte. Ô Skol amada, idolatrada, Salve, Salve. 

Bebendo todo dia desse líquido. Tem vezes que parece, a terra desce. Meu Deus do céu, não largo deste vício. Não existe nada mais que me interesse. Gigantes tomam três, Ó que beleza. Choram depois Da décima, que tristeza.

O dia seguinte, sem dor de cabeça. Skol dourada. Entre outras mil, és Tu Skol Cerveja amada. Dos filhos deste bar és mãe, gentil. A Skol do meu Brasil

 
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Publicado por em 12/10/2009 em Hora de Rir !

 
 
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