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Arquivo mensal: fevereiro 2014

O Amor um eterno aprendizado!

coraçãoFalar de amor e das mulheres é algo extremamente prazeroso, pelo menos para mim é. Desde criança sempre fui louco de paixão pelas mulheres, lembro como se fosse ontem da minha primeira paixão por uma mulher “madura”. rs..rs.. Acho engraçado esse termo mulher madura. Foi a professora de piano de minhas irmãs, o nome dela era Tereza, bom é melhor parar por aqui, pois essa é outra história. Não pensava que o amor era coisa dos adultos e nem que eles sabiam das coisas, na verdade pensava até que os adultos não sabiam nada sobre o amor. Namorar é preciso, apaixonar-se também. Amar se aprende, amor é verbo e precisa ser conjugado sem pressa, sem tempo. Tenho fome do amor, como é difícil saciar esse desejo. É uma inquietude nada discreta. Nós adultos quando casados buscamos um porto seguro para atracar nossas embarcações, mas na verdade estamos em alto mar, enfrentando muitas tempestades e sujeitos a naufragar.  Não estamos entrelaçados feitos as raízes das árvores. Conjugue mas não tente verbalizar o amor. Uma armadilha pronta para pegar as suas vítimas, nem tanto inocentes. Quantos amores impossíveis, quantos Romeus e Julietas?  Muitos sem poderem conjugar o amor. Uma busca incansável desse intocável amor, quando encontrado, desesperado fica. Sei que existe a vontade que aconteça logo isso é o desejo, depois fica algo bem pessoal, algo só seu. Começa o vendaval, a agonia, o tormento se instalou o egoísmo, é a paixão. Se soubermos administrar o desejo e a paixão, teremos um belo quadro, uma poesia, o amor. Mas tudo pode fundir-se ou não. Existem várias fases do amor, o amor da infância, da adolescência, dos adultos, da maturidade, da velhice. Em cada fase amamos de um jeito. Existe também o amor temente e o demente. O amor pode ser uma estória ou uma história. Por mais diferente que seja, parece sempre a mesma história. Olho para mim e vejo que tudo muda, inclusive a forma de amar. Mas o amor não muda. O amor se aprende sempre, como a própria vida que é um eterno aprendizado. Mas a vida acaba e amor nunca acaba. Não tem jeito, é uma mesmice diferenciada. Continuo tendo que aprender, pois estou ficando cansado de ser reprovado.

 
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Publicado por em 24/02/2014 em Amor e Sexo

 

O orfão!

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Se a minha filha Monique se encontrasse comigo hoje, ela com certeza ia dizer que eu estou carente. Algumas pessoas nos conhecem tanto que muitas vezes não precisamos dizer nada, elas simplesmente sentem. Meus filhos cresceram, estão crescendo, e consequentemente ficaram independentes, sinto que eles já não dependem de mim, na verdade uma hora ou outra eu vou precisar deles, ou quem sabe essa hora já chegou. A minha filha mais nova a Maria com apenas 11 anos está toda dona de si, me diz coisas que eu jamais imaginei, a maturidade dela me assusta, já não anda mais do banco de trás. Filhos são seres vivos, como as plantas e os animais eles crescem, crescem como a minha barriga cresceu mesmo eu não querendo, ela cresceu, eles cresceram alegres, felizes e eu nem percebi. E tudo aconteceu independente da minha vontade e com certa dose de presunção, foi tudo tão de repente quando percebi já tinha acontecido. Agora querem voar, estão voando. E eu me sinto “O órfão”. Eles cresceram em uma ordem biológica mais do que natural, e em uma desordem intelectual extremamente assustadora, tudo é para ontem e não aceitam as minhas teorias. Lembro-me da época em que ia buscá-los na escola, nas festinhas, das brigas e birras deles. Ia com eles para todos os cantos e encantos. Lembro-me de carregá-los no colo. Lembro também da hora que comecei a “perdê-los” para a vida, para os amores da infância. Essa separação doí. Os dois mais velhos já casaram, então ganhei mais dois filhos meu genro e minha nora, também ganhei um neto, do meu filho. E sofro por estar longe dele. É uma nova oportunidade de distribuir esse carinho, esse afeto, essa atenção que restou dos filhos. Eu já casei três vezes. A minha barba está branca e não posso deixá-la de fazer como sempre deixei. Mas uma coisa eu sei que fiz, fui muitas vezes vê-los dormir, dormindo, sonhando. Também devo ter dito muitos “nãos”, afinal existem os limites. Não dei tudo que eles queriam e às vezes mereciam. Estamos um tanto quanto distantes fisicamente, mas não acabou o afeto, o carinho, a admiração o amor. Ah! O amor do pai e do avô, esse nunca acaba.

 

 

 
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Publicado por em 18/02/2014 em Geral

 
 
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